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Pelotas - Cidade antiga -   Outros Prédios Histórico
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Outros Prédios Histórico - Em "Outros Prédios Históricos de Pelotas - Cidade antiga", apresentamos os prédios construídos em outras regiões da cidade, como é o caso da Baronesa, no Bairro Areal, o Castelo do Major Vidal no final da Rua 15 de Novembro, o Castelo ]simões Lopes, ente outros.
Castelo Simões Lopes
Castelo Simões Lopes - Av. Brasil, 824. - O Castelo foi construído para residência de Augusto Simões Lopes, intendente e prefeito de Pelotas, deputado federal e senador da República.  Para a sua construção foi contratado o arquiteto Fernando Rulmann, que projetou uma "villa", que lembrava um "chalé suíço".  Ao longo da construção o "chalé" foi sendo transformado em "castelo" com torres e ameias, tendo o proprietário desenhado pessoalmente algumas das transformações necessárias para a transformação.   A construção foi durante o período 1920 - 1922.
Em 1982, o prefeito municipal José Anslemo Rodrigues criou a Casa de Cultura João Simões Lopes Neto (Castelo Simões Lopes) em homenagem ao ilustre escritor pelotense, sobrinho de Augusto Simões Lopes.
Fonte: www.vivaocharque.com.br/albuns/perello/perello04/perello04.htm - com a nota: "Texto copiado do Livro: 100 Imagens da arquitetura pelotense"
Castelo Simões Lopes - Palacete do Dr. Augusto Simões Lopnes, no bairro do mesmo nome.
Castelo Simões Lopes - Palacete do Dr. Augusto Simões Lopnes, no bairro do mesmo nome.
Castelo Simões Lopes - Palacete do Dr. Augusto Simões Lopnes, no bairro do mesmo nome.
Castelo Simões Lopes - Palacete do Dr. Augusto Simões Lopnes, no bairro do mesmo nome.
Castelo Simões Lopes - Palacete do Dr. Augusto Simões Lopnes, no bairro do mesmo nome.
Castelinho Jorge Campelo Duarte
Castelinho Jorge Campelo Duarte - O casarão, conhecido como "Castelinho Duarte", foi construído em 1918.  Pertencia a Jorge Campello Duarte.  O Almanaque de Pelotas de 1919 mostra duas fotos do prédio recém-construído, tomadas por Brisolara, e o descreve como um chalet de estylo suisso.  Jorge Campello Duarte foi um dos filhos de Plotino Amaro Duarte, fundador do Banco Pelotense.  Sua irmã mais velha, Hilda Campello Duarte, casou-se em 1906 com Augusto Simões Lopes, filho caçula do Visconde da Graça e prefeito de Pelotas em dois períodos.  Hoje no local, poucos metros ao sul do Castelo Simões Lopes, pela Avenida Brasil, não restam muitas evidências da casa de Duarte.
Foto: Casa de Jorge Campello Duarte,1919.
Fonte: http://pelotascultural.blogspot.com.br/2009/05/sumico-de-um-casarao.html
http://www.ufpel.edu.br/cic/2012/anais/pdf/CH/CH_00366.pdf
http://www.cmu.unicamp.br/seer/index.php/resgate/article/view/252/252
Castelinho Major Antônio Duarte da Costa Vidal
Castelinho Major Antônio Duarte da Costa Vidal - O Castelinho, como é conhecido, foi construído para residência do Major Antônio Duarte da Costa Vidal, que era natural de Itaqui.  O castelo foi projetado pelo próprio proprietário, com assessoria de arquitetos amigos, inspirado em construções européias, muito em voga no Uruguai.  O prédio além das peças do núcleo social,tinha mansarda habitável, garagens, dependência de empregados e porão aproveitável.  Algumas salas eram preparadas para jogos.
O Major era um homem de gosto refinado, que apreciava assistir óperas, saraus e toda reunião social que tratasse de arte.  Em sua época o castelo promoveu grandes recepções para saraus de música e canto.
O Major viveu até a idade de 90 anos.  O castelo foi habitado até 1964, ano em que foi abandonado.  A família do antigo proprietário não tem mais vínculo com o prédio.  Hoje, o imponente prédio do passado, está abandonado e em ruínas.
Fonte: www.vivaocharque.com.br/albuns/perello/perello04/perello04.htm - Bibliografia: Pelotas - Casarões contam sua História - 2° Vol. - Zênia De Leon
Castelinho Major Antônio Duarte da Costa Vidal - Castelo da Rua XV em 1989 - Foto: Marli Costa.
O Castelo Concluído em 1936, a edificação em estilo Medieval, pertenceu ao major Antônio Duarte da Costa Vidal, e foi erguido no terreno adquirido por ele em 1931. Apenas quando retorna a cidade, após participar da Guerra de Canudos (1896-1897) com maior estabilidade e tempo disponível, começa a planejar a construção da imponente residência em Pelotas. Erguendo também diversos outros imóveis em cidades do interior do Estado. O pitoresco castelo localizado no cruzamento entre as ruas XV de Novembro e Conde de Porto Alegre encontra-se abandonado e sem perspectivas de restauro.
Fonte: http://pelotascultural.blogspot.com.br/2009/02/o-castelo-do-major.html
http://www.revistaovies.com/reportagens/2010/01/o-castelo-em-fragmentos/
De: Projeto Pelotas Memória - Foto: Ingrid Clasen
Solar da Baronesa
O Solar (ver também abaixo foto atual) é uma obra arquitetônica cuja beleza reside na harmoniosa convivência entre os estilos neoclássico e colonial brasileiro.  Foi adquirido pelo Coronel Aníbal Antunes Maciel em 10 de junho de 1863, que o doou a seu filho Aníbal Antunes Maciel, por ocasião de seu casamento, em agosto de 1864, com a jovem Amélia Hartley de Brito, carioca de nascimento e de descendência inglesa.  O casal tornou-se conhecido pela generosidade e grande espírito humanitário com que tratava as pessoas carentes e necessitadas, contemplando-as com gêneros alimentícios e donativos. A presença humana e respeitável da família Antunes Maciel ganhou notoriedade pela alforria concedida a seus escravos em 1884, muito antes da Lei Áurea, fato que o fez ser agraciado com o título de Barão de Três Serros, por decreto do Imperador Dom Pedro II. Com a morte do Barão em 1887, e a posterior transferência da Baronesa para o Rio de Janeiro em 1889, o solar continou a ser habitado por uma de suas filhas, Dona Amélia Anibal Hartley Antunes Maciel, chamada carinhosamente de "Sinhá Amelinha", que tornou-se conhecida da comunidade pelotense por sua grande bondade e espírito filantrópico.  A incrível personalidade desta grande dama tornou conhecida a chácara dos barões como "o Solar da Baronesa", tombado pelo Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural, em 04 de junho de 1985.  Com um acervo de mais de mil peças, o Museu Municipal Parque da Baronesa (foto acima)é uma instituição cultural da FUNDAPEL - Fundação Municipal de Cultura, Lazer e Turismo de Pelotas.
O texto foi estraído do site Página do Gaúcho
HotelAliança (antes Café de la Alliança)


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