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Rio Grande do Sul - Pelotas -   Outras instituições -avenidas e Ruas
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Letra inicial: A  B   F  M
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Outras instituições - Avenidas e Ruas - Nesta página apresentamos as ruas e avenidas da cidade, com seus prédios abrangendo todas as categorias, seja comercial, social, históricos, etc. Quando couber, as fontes associadas a determinada apresentação serão citadas
Rua Álvaro Chaves
Rua Álvaro Chaves - aparenta ser a partir da Rua Dom Pedro II sentido norte-sul.    -   Retorna ao topo
Rua Dr. Amarante
Rua Dr. Amarante - na esquina da Rua Gonçalves Chaves, no trecho que limita com a Avenida Domingos de Almeida, ao norte.
IBCLB Comunidade Evangélica São João - Praça Dom Antônio Zattera, 250 (ex Praça Júlio de Castilhos), no segmento da Rua Dr. Amarante, esquina Rua 15 de Novembro.
Igreja São João - Luterana Alemã - Praça Dom Antônio Zattera, 250 (ex Praça Júlio de Castilhos), no segmento da Rua Dr. Amarante, esquina Rua 15 de Novembro. - Foto: www.vivaocharque.com.br/albuns/perello/perello21/perello21.htm Retorna ao topo




Rua Dr. Amarante, no trecho frente ao Parque D. Antônio Záttera - Asilo de Mendigos de Pelotas - Foto: www.vivaocharque.com.br/albuns/perello/perello20/perello20.htm
Rua Dr. Amarante - Asilo de Mendigos de Pelotas. - Fundado pelo jornalista Antônio Joaquim Dias na década de 1880, o Asilo de Mendigos de Pelotas, com a finalidade de fornecer abrigo e alimento aos mendigos da cidade.  O projeto contou com o investimento de João Augusto de Freitas, que ofereceu uma quantia de 825.147 réis, para o auxílio à construção do prédio.  Promulgada a ideia para a fundação de um asilo, ficou estabelecida em 1885 a Sociedade Beneficente Asilo de Mendicidade. Mudando o nome em junho de 1894, se chamando Asilo de Mendigos de Pelotas.  No dia 1º de julho de 1917 um mendigo vestindo o uniforme do Asilo saiu pelas ruas da cidade com uma carroça, com a finalidade de recolher donativos para a entidade. A carroça foi feita na Fábrica de Carruagens de Luiz Schröder, e era muito conhecida pelos pelotenses, sendo o trabalho realizado até a década de 1940.  Antonio Joaquim Dias chegou ao Brasil, como imigrante pobre.  Nascido em Portugal, chega ao Rio Grande do Sul com 13 anos.  Inicia como empregado do Diário do Rio Grande, onde aprende a arte da tipografia.  Em 1869, radicou-se em Pelotas, onde viria a casar com Cezaria Dias, fundando, nessa cidade, o Jornal do Comércio, em 1870, que viria a vender, mais adiante.  Em janeiro de 1875, fundou o jornal o Correio Mercantil, sob o lema "não aceitamos responsabilidade de testas de ferro", iniciando um jornalismo independente e aberto, assegurando estável renda publicitária.  Dias exerceu papéis representativos na cidade, foi sócio benemérito da Biblioteca Pública Pelotense, sócio efetivo da Associação Emancipadora Clube Abolicionista, além de ser o Idealizador e fundador do Asilo de Mendigos de Pelotas.
Texto: https://www.facebook.com/Olharessobrepelotas/ Retorna ao topo
Rua Padre Anchieta
Rua Padre Anchieta - esquina da Rua Barão de Azevedo Machado - próximo ao Clube Brilnante e Panambra
Rua Padre Anchieta - esquina da Rua Rafael Pinto Bandeira - esquerda: Adro da Igreja da Luz, direita: Pão dos Pobres.
Rua Padre Anchieta - esquina da Rua Dr. Amarante - esquerda: torres da CRT (Cia. Rio Grandense de Telecomunicações, ao fundo: Largo Gomes Silva, a partir da Rua Fafael Pinto Bandeira (ex Rua da Luz).
Rua Padre Anchieta - esquina da Rua Felício - época mais recente que a foto anterior.
Rua Padre Anchieta - a partir de próximo à esquina da Rua Dr. Cassiano, a esquina adiante é a Rua Major Cícero e, mais adiante, à esquerda, a Catedral São Francisco de Paula.
Rua Padre Anchieta - esquina da Rua Dr. Cassiano - prédio do Cartório de Registro do 2º Ofício de Imóveis de Pelotas.
Rua Padre Anchieta - esquina da Rua Gomes Carneiro - próximo ao Corpo de Bombeiros.    -   Retorna ao topo
Rua Andrade Neves
Rua Andrade Neves, região do Calçadão, esquina da Rua Gal. Neto.
Calçadão da rua Andrade Neves.
Calçadão da rua Andrade Neves entre rua Mal.Floriano e rua Lobo da Costa após a remoção dos ambulantes, do local.
Rua Andrade Neves, esquina da rua 3 de Maio, nas proximidades da Sociedade de Benefocência Portuguesa, onde se vê ao fundo.
Rua Andrade Neves - antes da existência do Calçadão - entre rua 7 de Setembro e rua Gal. Neto - sem data, mas o ano de fabricação dos automóveis estacionados e em cirulação sugere entre 1960 e antes de 1970, quando já existia o calçadão.
Rua Andrade Neves - Calçadão - entre rua Mal. Floriano e rua 7 de Setembro - Década de 1990.    -   Retorna ao topo
Rua General Argolo












Canaleta da Rua Argolo - 1928. - A rua General Argolo é de sentido transversal entre a Avenida Bento Gonçalves (ex. Conde D"Eu) e a rua Senador Mendonça (ex. rua Santo Antônio).  Na primeira planta urbana, em 1815, quando Freguesia de São Francisco de Paula, aparece como "Rua da Vigia".  Na época era obstruída em diversos pontos e de alinhamento tortuoso o que contrastava com as demais ruas largas e retas. &nesp; Em 1885 foi corrigida e realinhada em toda a sua extensão, desde a rua Barroso (ex. Rua das Fontes) até a rua Marcílio Dias (ex. Rua da Boa Vista).  Outra particularidade da rua, era de que em todos os cruzamentos das ruas longitudinais possuia bueiros, porque ao longo do percurso corria uma sanga na direção do Arroio do Pepino.  Para assegurar o conforto e preservar a integridade física dos moradores, foi construído em 1928 o canalete com suas decorativas e lindas floreiras.  O patrono da rua é o baiano Alexandre Gomes de Argolo Ferrão, herói da Guerra do Paraguai, que ao morrer aos 48 anos de idade, era Visconde de Itaparica e Marechal de Campo.
Foto: www.vivaocharque.com.br/albuns/perello/perello04/perello04.htm
Bibliografia: "Os Passeios da Cidade Antiga" - Mário Osório Magalhães.
Nota: Originalmente o Canalete iniciava na Rua Marechal Deodoro, na altura da transversal Padre Felício, seguia pela própria rua Marechal Deodoro, passavva por debaixo da Avenida Bento Gonçalves, e na rua General Argolo dobrava à esquerda e ia até a Rua Barroso.  Atualmente existe apenas o trecho entre a Rua Andrade Neves e Rua Barroso.
Rua Almirante Barroso
Rua Almirante Barroso - esquina da rua Princesa Isabel - Residência do comandante da Brigada Militar, defronte do prédio do Inss.
Rua Almirante Barroso - esquina da rua Tamandaré - ao fundo a Igreja Sagrado Coração de Jesus - (Porto).    -    Retorna ao topo
Rua Benjamin Constant
Rua Benjamin Constant - proximidades da esquina da rua Cel. Alberto Rosa - direção ao Porto de Pelotas.
Rua Benjamin Constant - ao fundo os armazéns do Porto de Pelotas.
Colégio Félix da Cunha - Rua Bejnamin Constant esquina da Rua Almirante Barroso
Colégio Félix da Cunha - Rua Bejnamin Constant esquina da Rua Almirante Barroso
Rua Benjamin Constant - esquina da rua Álvaro Chaves - antigo prédio da Capitania dos Portos do Rio Grande do Sul em Pelotas.
Rua Benjamin Constant - direção ao Porto de Pelotas.
Rua Benjamin Constant - Projetada juntamente com outras quinze ruas em 1830. Era chamada de Rua da Indígena, devido ao fato de uma das suas moradoras ser descendente de antigos povos nativos da região. Em tempos remotos o caminho até o Porto era cercado de chácaras e plantações espalhadas. Não havendo estradas de fato, apenas pequenos atalhos e desvios pelo caminho. Com a segunda visita de D.Pedro II, os administradores locais acharam necessária a construção de uma via de ligação entre o Porto e o Centro. Todo visitante vindo de barco pelo São Gonçalo, dos mais ricos e abastados até os de pouco recurso financeiro, passavam pela rua. Nesse período se chamava "São Domingos", nome dado antes de sua reforma,em 1854. Sendo retirado apenas em 1895. Quando é homenageado Benjamin Constant Botelho de Magalhães, um dos principais articuladores do levante republicano de 1889. As casas em estilo "caixa de fósforo" entre a Quinze de Novembro e Andrade Neves, foram edificadas pelo médico suíço Guilherme Rheinberg no final do século XIX. Também nesse período Leopoldo Haertel começou as construções de sua Cervejaria Sul Rio-Grandense. Fonte: Livro "Os Passeios da Cidade Antiga", Mario Osorio Magalhães.    -   Retorna ao topo
Rua Felix da Cunha
Rua Félix da Cunha, esquina da Praça Cel. Pedro Osório - Casa de Helena Assumpção.
Rua Félix da Cunha - trecho próximo à Rua Tiradentes sentido sul/norte, primeiro prédio, escritório de Michel Karam, prédio na primeira esquina (rua Lobo da Costa), casa de Fernando Assumpção, na frente desta, Casarão Nº 2 na esquina da Praça Cel. Pedro Osório.
Rua Félix da Cunha, esquina da rua Dr. Miguel Barcelos - Centro Espírita Jesus. Retorna ao topo
Rua Dr. Miguel Barcelos
Rua Dr. Miguel Barcelos - a partir da esquina da Rua Almirante Barroso, vendo-se ao fundo, a frente da Catedral Metropolitana São Francisco de Paula, na Praça José Bonifácio, frente para a Rua Félix da Cunha. Retorna ao topo
Rua Dr. Miguel Barcelos esquina da Rua Félix da Cunha - Centro Espírita Jesus. Retorna ao topo






Rua Dr. Miguel Barcelos - O prédio foi construído no século XIX para residência de Miguel Rodrigues Barcelos - Barão de Itapitocaí. Em 02/02/1903 o prédio se tornou sede provisória do Colégio Municipal Pelotense. Atualmente é sede da Escola Estadual de Ensino Médio Monsenhor de Queiróz. Retorna ao topo
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