Notícias Locais/Regionais:
    Diário Popular - Pelotas, RS 
    Correio do Povo - P. Alegre, RS 
    Zero Hora - Porto Alegre, RS
 
    Jornal Agora - Rio Grande, RS 

clicRBS

Últimas notícias

Carregando...

  Clima:   
   Pelotas - RS 
   Toda Região Sul 
   Geral - escolher região 
   Região sujeita a Raios/Trovoadas 
 WebCams no Brasil:   
  Rio de Janeiro-RJ Copacabana 
  R. de Janeiro-Copacabana Palace hotel 
  Natal-RN Ponta Negra beach 
  R. Janeiro Copacabana Beach Posto6 
  Santos-SP Itapecirica 
  Guarujá-SP - 16 Câmeras Robóticas 
 Câmeras pelo mundo:   
  Câmeras no mundo - Seleção e pesquisa 
Click to get your own widget
Osmar do Prado e Silva

...

Veja imagens de Satélite em Tempo Real   
Clique na imagem


Fauna Brasileira - Fauna do Brasil é uma colaboração do amigo e colega de radioamadorismo, Henrique Warcman - PY2DVX de São Paulo, SP - Brasil, com solicitação de crédito das imagens para Amaro Alves.
 
As imagens foram recebidas do colaborador, numeradas e acompanhadas de uma relação de identificação de acordo com um número.  Pode haver conflito de identificação, alertado pelo colaborador.  Ao final de cada apresentação, procuraremos disponibilizar um link para redirecionar para outros sites contendo informações históricas, predominantemente para a enciclopédia Wikipédia. - Imagens com crédito de Amaro Alves, segundo o colaborador.
Ninho do Japim-guaxe.
O guaxe é um passeriforme da família Icteridae. Conhecido também como japiim-de-costas-vermelhas, japiim-do-mato, japim-guaxe, japira. Seu nome científico significa: do (espanhol) cacicus = cacique; nome para caciques utilizado no caribe espanhol; e do (grego) haima = sangue; e orrhos = anca, costas, traseira, uropígio. => Cacique com uropígio cor de sangue.  -   Ver Guache
Biguás.
O biguá (Phalacrocorax brasilianus) é uma ave suliforme da família Phalacrocoracidae. Seu nome científico significa: do (grego) phalakrokorax = mergulhão, cormorão; (latim) brasilianus = brasileiro. - Mergulhão brasileiro. Ave aquática, mergulha em busca de peixes e permanece um bom tempo debaixo d'água, indo aparecer de novo bem lá na frente, mostrando apenas o pescoço para fora d'água.   -   Ver Biguá
Socó-grande (Garça-moura).


Com aproximadamente 125 cm e 1,80 m de envergadura é a maior garça do Brasil. Possui a face branca e preta, com o loro azul-claro. O resto do corpo é coberto por penas azuis-cinzas e com manchas pretas na altura do flanco e do abdômen. Além disso, suas patas são pretas e seu bico é amarelo. A ave alimenta-se de peixes, rãs, pererecas, caranguejos, moluscos e pequenos répteis. Captura presas de lugares mais fundos, os quais outras garças não conseguem alcançar.
Ver Socó-grande ou Garça-moura
Socó-boi.
O socó-boi é uma ave pelecaniformes da família Ardeidae. Seu nome científico significa: do (grego) tigris = tigre; e söma = corpo; e do (latim) lineatum, lineatus, linea = marcado com linhas, linha. (Ave com) linhas (como o) corpo do tigre. Conhecido também como socó-pintado, socó-boi-ferrugem, iocó-pinim (Pará) e taiaçu (em tupi, tai = riscado + açu = grande) Socó-Onça na Amazônia quando o animal é Jovem.   -   Ver Socó-boi
Cisne-negro.
O Cisne-negro (Cygnus atratus) é uma ave aquática australiana, pertencente à família Anatidae, a mesma família dos patos, gansos, e demais cisnes. É a ave oficial do estado da Austrália Ocidental. Podem-se encontrar em todos os estados da Austrália. Na Europa, foi introduzida acidentalmente e tem populações auto-suficientes na Grã-Bretanha, Islândia, Polónia e Países Baixos. O animal adulto pode pesar até 9 kg. Ao contrário de muitas outras aves aquáticas, os cisnes negros não têm hábitos migratórios. Passam a sua vida no local onde nasceram.   -   Ver Cisne-negro
Garça-branca-grande.
A garça-branca-grande (Ardea alba, sinônimo Casmerodius albus), também conhecida apenas como garça-branca, é uma ave da ordem Pelecaniformes. É comum à beira dos lagos, rios e banhados. Foi muito caçada para a retirada de egretas - penas especiais que se formam no período reprodutivo - para a indústria de chapéus para mulheres. Pode ser confundida com a garça-branca-pequena (Egretta Thula). Seu nome significa: do (latim) ardea = garça; e do (latim) alba, albus = sem brilho, branco. => garça branca.   -   Ver Garça-branca-grande
Garça-da-noite ou Socó-dorminhoco.
O savacu é uma ave Pelecaniforme da família Ardeidae. Seu nome significa: do (grego) nuktikorax = pássaro de mau presságio mencionado por Aristóteles, Hesychius e outros autores, provavelmente uma espécie de coruja, mas por muito tempo associada com a noite garça; do (grego) nux, nuktos = noite; e korax = corvo; "Nycticorax" de Gesner (1555) e Aldrovandus (1599). => Corvo da noite ou pássaro de mau presságio.   -   Ver Garça-da-noite ou Socó-dorminhoco
Irerê.
O Irerê é uma ave anseriforme da família Anatidae. Também conhecido por paturi, marrecão (Rio Grande do Sul) siriri, marreca-viúva, chega-e-vira, marreca-piadeira e na região de Pombal Paraíba é conhecida como marreca-viuvinha. Seu nome científico significa: do (grego) dendros = árvore; e cygna, cygnus = referente ao cisne; e do (latim) viduata, viduare, viduus = viúva, em luto, enlutada. => Cisne de luto que pousa nas árvores.   -   Ver Irerê
Periquito-de-encontro-amarelo.
O periquito-de-encontro-amarelo (Brotogeris chiriri) é uma ave psittaciforme da família Psittacidae. Também conhecido como periquito-de-asa-amarela e periquito-estrela. Para os desavisados será considerado como sendo o periquito-rico (Brotogeris tirica), com o qual é extremamente parecido, exceto pela marca amarela no ombro. Para complicar é comum vê-lo na cidade de São Paulo junto a esses periquitos. Torna-se a espécie predominante mais para o norte e oeste do estado. Seu nome científico significa: do (grego) brotogërus = com voz humana; e do (guarani) chiriri = nome indígena para esta ave. => Periquito chiriri com voz humana.   -   Ver Periquito-de-encontro-amarelo
Beija-flor de Boipeba.
Sem informações específicas - veja simplesmente beija-flor.   -   Ver Beija-flor
Arapaçu-de-cerrado.
O arapaçu-de-cerrado (Lepidocolaptes angustirostris) é uma ave passeriforme da família Dendrocolaptidae. Recebe, também, os nomes populares de arapaçu-de-supercílio-branco, arapaçu-do-cerrado, cata-barata e cutia-de-pau. Seu nome científico significa: do (grego) lepis, lepidos = com escala, com marcações, com listas; e kolaptës = bicador; e do (latim) angustus = estreito; e rostris, rostrum = bicador, bico. => Ave bicadora com listas e bico estreito.   -   Ver Arapaçu-de-cerrado
Pica-pau-anão-escamado.
O pica-pau-anão-escamado é uma ave piciforme da família Picidae. Seu nome científico significa: do (francês) picumne, piculet = pequeno pica-pau; e do (latim) albus = branco; e squamatus = com escamas, escamado; albosquamatus = escamas brancas. => Pequeno pica-pau com escamas brancas.   -   Ver Pica-pau-anão-escamado
Sabiá-laranjeira.
Ave símbolo do estado de São Paulo, também considerada ave símbolo do Brasil (apesar de muitos contestarem alegando a ararajuba como a representante brasileira), o sabiá-laranjeira, também conhecido como sabiá-cavalo, sabiá-ponga, piranga, ponga, sabiá-coca, sabiá-de-barriga-vermelha, sabiá-gongá, sabiá-laranja, sabiá-piranga, sabiá-poca, sabiá-amarelo, sabiá-vermelho e sabiá-de-peito-roxo, é uma ave popular, citada por diversos poetas como o pássaro que canta na estação do amor, ou seja, na primavera.   -   Ver Sabiá-laranjeira
João-de-barro.
O joão-de-barro é uma ave passeriforme da família Furnariidae. Seu nome significa: => (ave vermelha construtora de fornos.) Conhecido também como barreiro, joão-barreiro (RS), maria-barreira (BA), forneiro, pedreiro, oleiro, hornero (ARG) e amassa-barro. A fêmea é conhecida como "joaninha-de-barro", "maria-de-barro" ou "sabiazinho" em certas regiões. É conhecido por seu característico ninho de barro em forma de forno.   -   Ver João-de-barro
Suiriri-cavaleiro.
O suiriri-cavaleiro é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Recebe também os nomes comuns de bem-te-vi-cabeça-de-estaca, bem-te-vi-carrapateiro (BA), bem-te-vi-coroa, bem-te-vi-de-coroa, bem-te-vi-do-gado, cavaleiro, monta-cavalo, suiriri e suiriri-do-campo (RS). Seu nome científico significa: do (grego) makhëtës = lutador, guerreiro; e ornis = pássaro; e do (latim) rixa, rixar = briga, brigar; rixosus, rixosa = combativo, briguento. => Pássaro guerreiro briguento.   -   Ver Suiriri-cavaleiro
Bico-de-agulha.
Ariramba ou bico-de-agulha-de-rabo-vermelho (Galbula ruficauda) é uma ave galbuliforme (anteriormente piciforme) da família dos galbulídeos nativa da região do México até a Bolívia e Argentina. Tais aves chegam a medir até 22 cm de comprimento, possuindo um bico fino e longo, com o dorso e peito de coloração verde-metálica. Também são conhecidas pelos nomes de ariramba-da-mata-virgem, ariramba-de-cauda-ruiva, beija-flor-d'água, beija-flor-da-mata, beija-flor-grande, bico-de-sovela, cavadeira-verde, jacamacira, jacamarici e sovelão.   -   Ver Bico-de-agulha
Gambá.
O gambá (português brasileiro) ou opossum (português europeu) (também chamado mucura, na Amazônia e na Região Sul do Brasil, sarigué, sariguê, saruê ou sarigueia, da Bahia a Pernambuco, timbu ou cassaco, no Ceará, micurê, no Mato Grosso e raposa, no Paraná, São Paulo e Minas Gerais, taibu, tacaca, saurê ou ticaca) é um mamífero marsupial que habita desde o sul dos Estados Unidos até a América do Sul. É um dos maiores marsupiais da família dos didelfídeos. Pertence ao gênero Didelphis. São onívoros. Na natureza, têm, como principal predador, o gato-do-mato (Leopardus spp.), enquanto que, nas cidades, são, frequentemente, atropelados por terem a visão ofuscada pelos faróis e por terem pouca mobilidade - exceto nas árvores. São, por vezes, confundidos com o cangambá (Mephitis mephitis),que não é um marsupial, mas um mustelídeo.   -   Ver Gambá
Caxinguelê.
O caxinguelê (Sciurus pricktossauro hex), também chamado de serelepe, é uma espécie de esquilo florestal que mede cerca de vinte centímetros de comprimento. É endêmico da América do Sul, podendo ser encontrado no Brasil. É o único esquilo dos Pampas. Esses pequenos animais vivem sozinhos ou em pares e podem viver até quinze anos, atingindo a maturidade sexual com um ano de idade. A fêmea fica prenha uma vez por ano e tem de um a dois filhotes. Além das copas altas, o caxinguelê escolhe locais onde exista vegetação de idade avançada, para que haja ocos nas árvores, onde habitam, reproduzem-se, guardam os filhotes e estocam comida.   -   Ver Caxinguelê
Perereca de Morrete.
Sem informações específicas - veja simplesmente Perereca.   -   Ver Perereca
Perereca de Angra.
Sem informações específicas - veja simplesmente Perereca.   -   Ver Perereca
Calango de Goiás.


Preparando um ataque aéreo.
Sem informações específicas - veja simplesmente Perereca.   -   Ver Calango
Aranha com ooteca.


Ooteca é a designação utilizada em Entomologia para uma espécie de estojo formado pela secreção de certos insetos, como blatários e mantódeos, e que encerra um agregado de ovos. A ooteca pode ser depositada num lugar onde as ninfas, quando a deixam, encontrem alimento. No entanto, a barata alemã carrega a ooteca até próximo da altura da eclosão.   -   Ver Ooteca
Aranha na cama elástica.
Sem especificação para a legenda - Araneae (grego: arachne; "aranha") é uma ordem de artrópodes da classe Arachnida que inclui as espécies conhecidas pelos nomes comuns de aranhas ou aracnídeos. Tem distribuição natural em todos os continentes (com excepção da Antártida) e ocorrência em praticamente todos os tipos de habitats terrestres. Apresentam oito pernas e maioritariamente quelíceras que injetam veneno, diferenciando-se anatomicamente dos restantes artrópodes por um plano corporal (tagmose) caracterizado por dois tagmas, o cefalotórax e o abdómen, unidos por uma estrutura pequena e cilíndrica, o pedicelo. Ao contrário dos insectos, as aranhas não apresentam antenas e possuem um sistema nervoso bem desenvolvido e centralizado, o mais centralizado de entre os artrópodes. Produzem teias com grande variabilidade morfológica e de tamanho utilizando seda das aranhas, uma estrutura de base proteica que combina leveza, força e grande elasticidade, sendo em alguns destes aspectos superior aos melhores materiais sintéticos.   -   Ver simplesmente Aranha
Aranha na flor da violeta.
Sem informações específicas - veja simplesmente Aranha.   - Ver Aranha
Aranha de teia de funil.
A aranha de teia de funil estende sua teia pela grama ou em arbustos baixos. Ela esconde-se no fundo estreito de um funil na ponta da teia. Quando sente vibrações em sua teia, corre, morde o inseto capturado e o leva para dentro do funil. À medida que cresce, ela vai estendendo sua teia. Algumas aranhas de teia de funil, especialmente aquelas da Europa, constroem suas teias em porções e cômodos escuros das casas.   -   Ver Aranha de teia de funil
Aranha na Galáxia.
Sem especificação para a legenda - ver simplesmente Aranha.   -   Ver Aranha
Lagarta da Mantiqueira.
Sem especificação para a legenda - ver imagens da Lagarta da Mantiqueira.   -   Ver imagens da Lagarta da Mantiqueira
Borboleta do Planalto.


Garantindo a prole.
Sem especificação para a legenda - ver simplesmente Borboleta.   -   Ver - site Tudo sobre borboletas
Abelha Jataí.


Abelha na orquídea.
A Tetragonisca angustula, também chamada jataí-amarela, abelha-ouro, jati, abelha-mirim, mosquitinha-verdadeira, sete-portas, três-portas e abelha de botas, é uma abelha social da subfamília dos meliponíneos, de ampla distribuição no Brasil. Apresenta cabeça e tórax pretos, abdômen escuro e pernas pardacentas. Mede até quatro milímetros de comprimento. Constrói ninhos de cera em espaços ocos na natureza. A entrada do ninho tem o formato de um dedo de luva e é, geralmente, ramificada (motivo pela qual a espécie também é chamada "sete-portas" e "três-portas"), a qual fecha quando se aproxima algum perigo, como uma abelha iratim ou uma formiga. Tem o hábito de morder a roupa das pessoas e de se enroscar nos cabelos se for provocada, mas não tem ferrão, sendo considerada uma abelha dócil e de fácil manejo pelos meliponicultores. Produz mel claro, de aroma suave e muito valorizado, porém escasso.   -   Ver Abelha Jataí
Vespa.
As vespas são insetos pertencentes à ordem dos himenópteros responsáveis pela polinização de diversas espécies de plantas. Dividem-se nas subordens Apocrita e Symphyta. As larvas da subordem Apocrita são usualmente carnívoras ou parasitóides, enquanto que as da Symphyta são herbívoras. No Brasil, também são chamadas de marimbondos (ou maribondos) as vespas da família Vespidae, Pompilidae ou Sphecidae.   -   Ver Vespa
Marimbondo do Jalapão.
A Jalapão é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza localizada na região leste do estado do Tocantins. (O parque estadual do Jalapão). Veja Vespa.   -   Ver Vespa
Viola.
Garantindo a prole.
Garantindo a prole.
Coleoptera - besouros da família Cerambycidae são dos mais fàcilmente reconhecíveis pelo aspecto geral do corpo, principalmente pelo extraordinário alongamento das antenas, peculiaridade que levou Latreille a chamá-los Longicornes (Cerambycini Latreille, 1802; Lignivores ou Xylophages Duméril, 1799, 1805; ... ver PDF.   -   Ver - Viola
Bezouros coloridos.
Com mais de 4.000 espécies diferentes, os besouros compõem 40% de todas as espécies de insetos e são representam 25% do total das formas de vida do mundo. Diferenciar os inúmeros tipos de Coleópteros é difícil, porém importante. Embora muitos pertençam a espécies nocivas que destroem colheitas e árvores, outros executam funções importantes dentro do ecossistema. Se você quiser aprender a identificar besouros, siga estas os passos abaixo do anexo.   -   Ver Bezouros coloridos
Louva-a-deus.
Mestres do disfarce.
O louva-a-deus ou cavalinho-de-deus é um insecto, da ordem Mantodea. Há cerca de 2400 espécies de louva-a-deus, a maioria das quais em ambiente tropical e subtropical. Seu nome popular decorre do fato de que, quando está pousado, o inseto lembra uma pessoa orando. Os louva-a-deus são insetos relativamente grandes, de cabeça triangular, tórax estreito com pronoto e abdómen bem desenvolvido. São predadores agressivos que caçam principalmente moscas e afídios. A caça é feita em geral de emboscada, facilitada pelas capacidades de camuflagem do louva-a-deus. Como não possuem veneno, os louva-a-deus contam com as suas pernas anteriores que são raptatórias, ou seja, modificadas como garras, para segurar a presa enquanto é consumida.   -   Ver Louva-a-deus
Pu3yka - Brasil - Natureza Brasileira - Fauna do Brasil