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Natureza Brasileira - Flora do Brasil - Frutos - pág. 2, é uma colaboração de Raul Mendonça
São Luís, MA - Brasil
 
Em "Frutos do Brasil pág. 02" estamos apresentando imagens e alguns comentários sobre os frutos cultivados, produzidos e/ou, introduzidos no Brasil, independentemente de suas origens.  Ao final de cada apresentação, procuraremos disponibilizar um link para redirecionar para outros sites contendo informações históricas, predominantemente para a enciclopédia Wikipédia.
Esta página abrange de:  [Bacupari]  a  [Castanha do Pará].
B a c u p a r i.
Fruto do Bacupari na árvore.
Fruta e folhas do Bacupari.


 
Duas espécies da árvore do Bacupari.
 
Esquerda: Fruto maduro, cortado, mostrando a polpa - Direita: Fruto seco, cortado, mostrando o caroço.
Origem: O fruto do Bacupari pode ser encontrado no Brasil da região Amazonica ao Rio Grande do Sul.  Hoje em dia é muito difícil encontrar uma árvore dessa fruta, principalmente em regiões urbanas.  O viveiro Manequinho Lopes, do Parque do Ibirapuera em São Paulo, recebeu em julho de 2008 a doação de duas mudas com aproximadamente 1,0m de altura e 2,5 anos.  Outra muda foi plantada nos jardins da PRODESP, Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo, sediada no município de Taboão da Serra (SP).   -   Ver Bacupari
B a c u r i.
Bacurizeiro nativo.

O bacuri é pouco maior que uma laranja e contém uma polpa.
É mais encontrado nos estados do Pará, Maranhão e Piauí, onde é um símbolo da cidade de Teresina-PI.
Origem: O Bacuri é uma das frutas mais populares da região norte e dos estados vizinhos à região Amazônica, é mais encontrado nos estados do Pará, Maranhão e Piauí.   -   Ver Bacuri
B a n a n a.
Cacho de Banana caturra.
Bananas à venda num mercado, na Ilha de Reunião - Banana, pacoba ou pacova é uma pseudobaga da bananeira, uma planta herbácea vivaz acaule da família Musaceae (género Musa - além do género Ensete, que produz as chamadas "falsas bananas").  A banana é o quarto produto alimentar mais produzido no mundo, após arroz, trigo e milho.


 

 
Esquerda: Flor da Bananeira - Direita: Cacho de bananas verdes ainda na bananeira, já sem o 'umbigo' da banana.
Origem: As Bananas são originárias do sudeste da Ásia (com exceção da banana-da-terra, que é nativa do Brasil), são atualmente cultivadas em praticamente todas as regiões tropicais do planeta.   -   Ver Banana
B a r u   o u   C u m a r u.
Nomes populares: baru, barujo, bugueiro, cambaru, castanha-de-bugre, coco-feijão, cumari, cumaru, cumarurana, cumbaru, feijão-baru, feijão-coco, imburana-brava e pau-cumaru.
Baru em João Pinheiro-MG.
 
Esquerda: Muda de baru - Direita: O Fruto Baru.
Origem: AO baru é nativo da vegetação do cerrado brasileiro e das faixas de transição da Mata Atlântica para o cerrado (na floresta latifoliada semidecidual).   Ocorre nos estados de Minas Gerais (Triângulo Mineiro), São Paulo (norte do estado), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.   Ocorre também na Bolívia, Paraguai e Peru.   -   Ver Baru
B e r g a m o t a   o u   T a n g e r i n a.
 
Esquerda: O fruto da Bergamota na Bergamoteira   -   Direita: Uma bergamoteira com muitos frutos - bergamoteira carregada - termo usado no sul do brasil - (bergamota, vergamota, mexerica, Ponkan, tangerina, entre outras denominações).
 

 
Origem: A tangerina (Citrus reticulata), também laranja-mimosa, mandarina, fuxiqueira, ponkan, laranja-cravo, mimosa, vergamota, clementina, bergamota ou mexerica, é uma fruta cítrica de cor alaranjada e sabor adocicado.  Parece ser uma antiga espécie selvagem, nativa da Ásia (Índia, China e países vizinhos de clima subtropical e tropical úmido).  Tangerina vem de "laranja tangerina", isto é, "laranja de Tânger".  "Bergamota" e "vergamota" vêm do turco beg armudi, "pera do príncipe", através do italiano bergamotta ou do francês bergamotte.  "Mandarina" vem do castelhano mandarina.  Bergamota ou vergamota são as denominações dadas à tangerina na Região Sul do Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul.  Mexerica é um termo mais comum nas regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, especialmente em Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde faz-se distinção da mexerica, Citrus reticulata, com a tangerina ou tangerina-verdadeira, Citrus tangerine, da mesma forma que a língua inglesa (onde a mexerica é uma mandarin orange, e uma tangerina é uma tangerine).  Em alguns estados da Região Nordeste do Brasil, é conhecida como laranja-cravo.  Nos estados do Piauí e Maranhão, é conhecida também como tanja, sendo isto uma redução para tangerina.  Em alguns poucos lugares, como em Curitiba, e no litoral paranaense principalmente em Paranaguá é chamada de mimosa.  No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, qualquer qualidade de tangerina é chamada poncã.  Em Goiás e em São Paulo a fruta é popularmente conhecida por mexerica, já ponkan ou poncã é usado para denominar apenas uma das variedades comerciais e que tem a casca macia e solta dos gomos.   -   Ver Bergamota
B u r i t í   o u   M a u r i t i a   f l e x u o s a.
O Buriti é uma das mais singulares palmeiras do Brasil.   É uma espécie abundante no Cerrado e um indicativo infalível da existência de água na região.
Como o Cerrado é rico em água, lá estão os buritis, emoldurando as veredas, riachos e cachoeiras, inseridos nos brejos e nascentes.   A relação com a água não é à toa.    -    Palmeira e cachos de Buriti.   Fotos:   Fernando Tatagiba.
Esquerda: Frutos do Buriti - eles caem nos riachos e são transportados pela água, propagando a espécie em toda a região. São também alimento para cutias, capivaras, antas e araras, que ajudam a disseminar as sementes.   -   Foto: Fernando Tatagiba   -   Centro: Óleo de Buriti - o óleo extraído da fruta tem valor medicinal para os povos tradicionais do Cerrado que o utilizam como vermífugo, cicatrizante e energético natural. As substâncias do buriti também dão cor, aroma e qualidade a diversos produtos de beleza, como cremes, xampus, filtro solar e sabonetes.   -   Foto: Isabel Schimidt  -  Direita: Palha de Buriti - As folhas geram fibras usadas no artesanato, tais como bolsas, tapetes, toalhas de mesa, brinquedos e bijuterias. Os talos das folhas servem para a fabricação de móveis. Além de serem leves, as mobílias feitas com o buriti são resistentes e muito bonitas.   Foto: Isabel Schimidt.
Esquerda: Um Buriti Mauritia, na Amazônia   -   Centro: Outra espécie de Buriti   -   Direita: Um indivíduo jovem de buriti, às margens do Rio São Joaquim, na Chapada dos Veadeiros, em Goiás (não confundir indivíduo jovem de buriti com pessoa no rio).
Esquerda: As folhas jovens produzem uma fibra muito fina, a "seda" do buriti, usada pelos artesãos na fabricação de peças de capim-dourado. Sua fibra é transformada no artesanato em bolsas, tapetes, toalhas de mesa, brinquedos, bijuterias, redes, cobertura de teto, cordas e etc.   - Foto:Jaime Gesisky   -   Centro: Banquinho-baú de madeira e palha de buriti - Os talos das folhas servem para a fabricação de móveis. Além de serem leves, as mobílias feitas com o buriti são resistentes e muito bonitas   -   Direita: Artesanato de buriti - A "seda" do buriti, uma fibra muito fina produzida pelas folhas jovens, é usada pelos artesãos na fabricação de peças feitas com o capim-dourado, é usada até mesmo na fama da palmeira por todos os lugares. -   Foto: Jaime Gesisky
Fonte: http://www.biologo.com.br/plantas/cerrado/buriti.html.
Origem: O Buriti, dos gêneros Mauritia, Mauritiella, Trithrinax e Astrocaryum, da família das arecáceas (antigas palmáceas), ou Mauritia flexuosa, é nativa de Trinidad e Tobago e das Regiões Central e Norte da América do Sul, especialmente de Venezuela e Brasil.  Neste país, predomina nos estados de Roraima, Rondônia, Pará, Maranhão e Piauí, mas também encontra-se nos estados do Ceará, Bahia, Goiás, Amazonas, Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal.   -   Ver Buriti
B u t i á..
O termo butiá é a designação comum às palmeiras do gênero Butia, possuem em geral estipe médio, com cicatriz de pecíolos antigos, longas folhas penatífidas us. em obras trançadas, e pequenas drupas comestíveis, com semente oleaginosa, cujo estipe é utilizado no fabrico de papel.  De seus frutos, alaranjados, se faz geléia, licor, cachaça e vinagre, e das sementes, comestíveis, se extrai óleo.  Também é conhecida pelos nomes de butiá-açu, butiá-azedo, butiá-branco, butiá-da-praia, butiá-de-vinagre, butiá-do-campo, butiá-miúdo, butiá-roxo, butiazeiro, cabeçudo, coqueiro-azedo, guariroba-do-campo e palma-petiza.
Esquerda: Um fruto, em corte, mostrando o caroço no interior   -   Direita: Um cacho maduro.   -   É muito semelhante ao Coquinho (ou Jerivá).
 
Esquerda: Butia yatay - no Parque Nacional El Palmar na província argentina de Entre Ríos   -   Direita: Árvores de menor porte, no Brasil.
 

Alguns aspectos dos cachos de Butiá.
Origem: O termo butiá é a designação comum às palmeiras do gênero Butia, nativas da América do Sul, mas pode nos remeter ainda, mais especificamente, à Butia capitata, uma palmeira de até 7 m, nativa do Paraguai, Brasil (de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul), Argentina e Uruguai.   -   Ver Butiá
C a c a u.
Flores de cacaueiro   -   É do cacau que se faz o chocolate através da moagem das suas amêndoas secas em processo industrial ou caseiro.
Os frutos - Outros subprodutos do cacau incluem sua polpa, suco, geleia, destilados finos e sorvete. Começou a ser explorado no Brasil a partir de aproximadamente 1808.
 
Esquerda: O fruto verde   -   Direita: O fruto maduro.
Origem: O cacaueiro (Theobroma cacao) é a árvore que dá origem ao fruto chamado cacau.   É da família Malvaceae e sua origem é América Central e Brasil.   -   Ver Cacau
C a g a i t a.
Cagaita - Os frutos na árvore.
Fruto aberto mostrando a semente.
 
Esquerda: O fruto maduro   -   Direita: A A Cagaiteira floresce entre os meses de agosto e setembro e frutifica nos meses de setembro e outubro. Seu uso pode ser alimentar, medicinal e, por ser muito bonita na época de floração, também é utilizada para arborização paisagística.
Origem: A Cagaiteira é uma planta do cerrado, encontrada nos estados brasileiros de Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Bahia, Minas Gerais e São Paulo, produz um fruto chamado cagaita.   Pertence à família Myrtaceae, a mesma da jabuticaba, goiaba, jambo, araçás e eucaliptos.   -   Ver Cagaita
C a j á.
 
O cajá é o fruto da cajazeira (Spondias mombin).  É também chamada de ambaló, ambaró, cajá-mirim, cajazinha, tapareba, taperebá, taperibá ou tapiriba.  A cajazeira (Spondias mombin L.) é uma espécie frutífera da família Anacardiaceae.  Na região sudeste do estado brasileiro da Bahia, a cajazeira é encontrada como árvore usada para sombreamento permanente do cacaueiro e também como produtora de frutos que servem como importante fonte de renda adicional para o produtor.
Na sombra de uma Cajazeira, no Sítio Paraíso, em Feira de Santana, Bahia, Brasil, propriedade do nosso amigo Sidnei José Silva da Cunha, em 2010.
Na sombra de uma Cajazeira, no Sítio Paraíso, em Feira de Santana, Bahia, Brasil, propriedade do nosso amigo Sidnei José Silva da Cunha, em 2010.
Origem: A Cajazeira é originária da América tropical.   -   Ver Cajá
C a j u.
Cajueiro frutificando no município de Cascavél, no Ceará, um dos grandes produtores de caju no estado.
O caju é muitas vezes tido como o fruto do cajueiro quando, na verdade, trata-se de um pseudofruto.
Castanha de caju - O que entendemos popularmente como "caju" se constitui de duas partes: o fruto propriamente dito, que é a castanha; e seu pedúnculo floral, o pseudofruto, um corpo piriforme, amarelo, rosado ou vermelho, como se vê na imagem anterior.
 
Esquerda: Fruto com pseudofruto.   -   Direita : Um corpo piriforme, amarelo, rosado ou vermelho.
Origem: Fruto nativo do Brasil, o caju foi levado pelos portugueses do Brasil para a Ásia e a África.   Muito antes do descobrimento do Brasil e antes da chegada dos portugueses, o caju já era alimento básico das populações autóctones.   Por exemplo: os tremembé já fermentavam o suco do caju, o mocororó, que era e é bebido na cerimônia do Torém.   -   Ver Caju
C a m b u c á.
 
Esquerda: Árvore do Cambucá, frutificando tal como a Jabuticaba.   -   Direita: Frutos no Cambucá, frutificados nos ramos da árvore - note, quase ao final do ramo central, três frutinhas em fase de frutificação inicial.
 
Esquerda: Cambucá em flor.   -   Direita: Cambucá adulto.
Esquerda: Cambucá adulto e frutificando tal como a Jabuticaba.   -   Centro: Fruto cortado mostrando a polpa e caroço.   -   Direita: Uma variedade da árvore.
Outras variedades do cambucazeiro.
Origem: O cambucá, ou cambucazeiro, é uma árvore frutífera endêmica do Brasil e nativa da zona litorânea da Mata Atlântica.   Seu fruto fez parte do cotidiano dessa região até a primeira metade do século XX mas hoje é pouquíssimo conhecido.   Da família das Myrtaceaes, à qual pertencem frutas populares, como a Goiaba, Jabuticaba, e Pitanga e outras frutas igualmente esquecidas, como o Cambuci, Araçá e Gabiroba, há quem diga que o cambucá é uma das frutas mais saborosas que há no Brasil e no mundo.
Ver Cambucá
C a m u   -   C a m u.
 
Esquerda: Sementes de Myrciaria dubia - o camu-camu.   -   Direita: O Camu-Camu, é também chamada de "camucamu", "caçari", "araçá-d'água", ou ainda "camocamo.
Origem: Camu-camu, também chamada de "camucamu", "caçari", "araçá-d'água", ou ainda "camocamo" (Myrciaria dubia; Myrtaceae), é uma árvore frutífera da Amazônia.   Descrita inicialmente em 1823 como Psidium dubium Kunth.
Ver Camu-Camu
C a q u i   o u   D i ó s p i r .
 

O fruto em corte longitudinal mostrando a polpa.
O fruto em corte transversal.
 
O fruto no caquizeiro.
Origem: O Caqui é originário da China, sendo muito popular no Japão.   Sendo uma fruta de caldo, contém grandes quantidades de água em seu interior.  O caqui ou dióspiro é o fruto do caquizeiro ou diospireiro, uma árvore da família Ebenaceae.  O nome "dióspiro" (Diospyros) tem origem no grego dióspuron, que significa "alimento de Zeus", enquanto "caqui" vem do japonês kaki.
Ver Caqui
C a r a m b o l a.
A carambola é o fruto da caramboleira (Averrhoa carambola ).
O fruto Carambola.
Possui flores brancas e purpúreas. É largamente usada como planta de arborização de jardins e quintais.
Origem: A Carambola é originária da Índia, sendo muito conhecida na China.  Foi introduzida no Brasil em 1817, sendo plantada em praticamente todo o território brasileiro.   É muito popular na Região Nordeste do Brasil.   -   Ver Carambola
C a s t a n h a   d o   P a r á.
Castanha do Pará - fruto   -   A Bertholletia excelsa, popularmente conhecida como castanha-do-brasil, castanha-do-pará, tocari e tururi é uma árvore de grande porte, muito abundante no norte do Brasil e na Bolívia, cujo fruto (ouriço) contém a castanha, que é sua semente.
 
Esquerda: Castanha do Pará-árvore - É uma árvore da família botânica Lecythidaceae, nativa da Floresta Amazônica.   -   Direita: Castanha do pará com casca.
 
Esquerda: Castanha do Pará florescendo.   -   Direita : Castanha do Pará - o fruto aberto.
Castanhas do Pará após a remoção da casca.
Origem: A Castanha do Pará ou Castanha do Brasil é nativa das Guianas, Venezuela, Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Rondônia), leste da Colômbia, leste do Peru e leste da Bolívia, ela ocorre em árvores espalhadas pelas grandes florestas às margens do Rio Amazonas, Rio Negro,Rio Orinoco, Rio Araguaia e Rio Tocantins.  O gênero foi batizado em homenagem ao químico francês Claude Louis Berthollet.  Atualmente, é abundante apenas no Estado do Acre, no norte da Bolívia e no Suriname. Foi incluída na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais.
Ver Castanha do Pará
Pu3yka - Brasil - Natureza Brasileira - Flora do Brasil - Frutos - pág. 2